sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fibrilhação Ventricular


A fibrilhação ventricular é idêntica à taquicardia Os batimentos do coração são muito mais rápidos (por volta de 300 batimentos por minuto) e muito pouco sangue é bombeado para o corpo e para a cabeça.
Caso não seja tratada de imediato, a fibrilhação ventricular conduz a uma paragem cardíaca mortal.

Ocorre quando o paciente já teve episódios de enfarte ou doenças nas artérias coronárias, que levem à má afluência de sangue ao coração.

Se um episódio de fibrilhação ventricular permanecer sem tratamento, o coração não será capaz de fornecer sangue oxigenado suficiente para a cabeça e para os tecidos do corpo e nestas condições nem a cabeça, nem os tecidos do corpo podem sobreviver.
Pode então provocar a perda de consciência e chegar a lesões cerebrais irreversíveis e consequente morte.

Taquicardia Ventricular


É um ritmo cardíaco complexo, originado nos ventrículos.
O músculo não se contrai normalmente e assim os batimentos do coração tornam-se mais rápidos.
À medida que o coração bate mais rápido, bombeia menos sangue a cada contracção, pois não há tempo suficiente para o enchimento do coração entre cada batimento.

O indivíduo sete palpitações constantes, a pressão arterial diminui e se não for tratada com urgência, a taquicardia pode conduzir a paragem cardíaca.

Extra-sístoles ventriculares


Caracterizado por contracções ventriculares prematuras. Os ventrículos recebem os estímulos eléctricos antes da ocorrência do batimento cardíaco normal.
Não apresenta qualquer tipo de perigo quando não apresenta nenhum tipo de cardiopatia associada. Mas quando a pessoa sofre de problemas cardíacos, podem vir associadas às extra-sístoles, arritmias bastante perigosas que poderão levar à morte súbita.
O único sintoma que da situação pode advir é a sensação de um batimento cardíaco irregular.

Síndroma de Wolff-Parkinson-White


Neste síndroma os impulsos eléctricos que se dirigem para as fibras musculares do coração para efectuarem os batimentos cardíacos encaminham-se por vias anómalas.
É uma forma de taquicardia onde há um caminho adicional de condução para os ventrículos. O caminho extra contorna a via normal de condução do estímulo e causa uma forma de taquicardia supraventricular (frequência cardíaca acelerada que se inicia acima dos ventrículos). O caminho extra nessa síndroma pode, frequentemente, ser localizado com precisão.

Os sintomas são:
• palpitações- percepção dos batimentos cardíacos anormais
• tontura leve
• desmaio
• vertigem
• falta de ar
• dor ou tensão no peito

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Taquicardia Paroxística Auricular


Continuando a tratar de arritmias cardíacas, e como já foi referido atrás, a taquicardia surge quando o batimento cardíaco passa de normal (60 a 100 batimentos por minuto), a excessivamente rápido (160 a 200 batimentos por minuto), ocorrendo num espaço de tempo que pode ir desde alguns minutos a várias horas.

A fraqueza e sensação provocada no peito pelos batimentos rápidos são os sintomas mais comuns da taquicardia.

Extra-sístoles auriculares



Uma extra-sístole auricular é um tipo de arritmia cardíaca.
Estamos na presença deste tipo de problema, quando o paciente apresenta um quadro clínico de batimentos cardíacos descoordenados. Anteriormente a um batimento cardíaco normal, dá-se um batimento adicional que é provocado pela contracção das aurículas.

Este é originado aquando um consumo excessivo de álcool e fármacos que estimulem o sistema nervoso.
Não apresenta qualquer tipo de sintomas, pois o coração não modifica excessivamente o seu funcionamento.

Arritmias Cardíacas



O coração é constituído por quatro cavidades; duas aurículas (esquerda e direita) e dois ventrículos (esquerdo e direito).
Para que funcione em total conformidade, é necessário que as paredes musculares de cada cavidade se contraiam para que em cada batimento expulsem a maior quantidade de sangue possível.
Para que esta contracção se dê eficazmente existe um pacemaker fisiológico, localizado na parede da aurícula direita, de onde têm origem as descargas eléctricas necessárias para que se dê inicio aos batimentos cardíacos.

As alterações na frequência destes batimentos são normais. Podem surgir de um excesso de esforço físico ou da falta dele ou da manifestação de diversas emoções e dores.
Só quando submetido a ritmos excessivamente rápidos ou excessivamente lentos, ou quando os impulsos eléctricos seguem vias que não são as adequadas, é que podemos dizer que estamos na presença de um batimento cardíaco anormal, ou seja, uma arritmia.

As arritmias podem ser causadas por: doenças nas artérias coronárias; insuficiência cardíaca; desvio dos impulsos eléctricos, que pode fazer com que estes não cheguem ao coração para que produza os seus batimentos eficazmente; consumo excessivo de tabaco e álcool; stress; esforço físico; hiperactividade e, também não raras vezes, por medicamentos utilizados para o tratamento de outras doenças.

O batimento do coração varia de pessoa para pessoa, mas quando estamos na presença de um problema como a arritmia, o indivíduo pode até conseguir diferenciar os seus batimentos normais dos anormais, visto que a arritmia se baseia, como já foi mencionado acima, numa irregularidade e desigualdade das contracções do coração.
Por vezes, quando a arritmia se torna de um grau mais elevado, pode causar enjoos, vertigens e desmaio. Neste caso, requer-se uma atenção imediata por parte de um médico especialista.